Histórico – Quem não lembra das tragédias ocorridas com as famílias dos Edifícios Areia Branca (localizado em Piedade), que, em outubro de 2004, sofreu um colapso total da estrutura em concreto armado levando-o ao desabar por inteiro? E dos casos mais que críticos dos edifícios Ijuí, em Jaboatão do Guararapes, Conjunto Residencial Bosque das Madeiras, no Recife, o Edifício Érika e o Conjunto Residencial Enseada Serrambi, ambos em Jardim Fragoso, em Olinda? Devido à série de problema com habitações de estrutura comprometida, Alf, na época deputado estadual, foi o grande responsável pela iniciativa que finalizaria e evitaria, futuramente, situações que envolvessem risco de morte de dezenas de famílias dessas residências.
Com Alf, no período de seis meses, foram realizadas 17 reuniões ordinárias onde foram ouvidas 122 pessoas envolvidas direta e indiretamente. Foram realizadas ainda, seis diligências em Conjuntos Habitacionais para averiguação e constatação de denúncias. Os números apresentados foram considerados alarmantes. Oito desabamentos levando a mais de 30 vítimas fatais e dezenas de feridos, mais de 100 edificações interditadas e outras tantas que ainda não passaram por vistoria foi o saldo comprovado na época das inspeções. No centro do processo estão as construtoras diretas que, segundo avaliações técnicas realizadas pelo ITEP, se utilizaram de materiais que apresentavam problemas no formato inadequado, no coeficiente de resistência, na geometria, qualidade dos blocos , traço de argamassa, qualificação de mão de obra, entre outros. Para Alf, o acesso à moradia de qualidade e segura não é o favor, é direto de todo cidadão.



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