Enquanto cidadão, a preocupação e o cuidado existirão sempre... Com essas palavras Alf deixa claro a inquietação diante do fato seguinte: A poluição do Rio Capibaribe agravada pelos dejetos jogados pelo Matadouro de Santa Cruz do Capibaribe. Desde sua gestão como presidente da Comissão de Meio Ambiente, quando deputado estadual, ele foi um dos que mais lutaram pelo meio ambiente e sua preservação. Várias visitas e inspeções foram feitas em inúmeros matadouros do Estado. Isso mostra que essas irregularidades não acontecem de hoje, e sim, de muito tempo e providências ainda não foram tomadas. Alf destaca, logo abaixo, a matéria que saiu no Jornal O Globo e repercutiu no Globo Rural e PE 360 graus.com a fim de alertar a todos que se precisa, urgente, de consciência e atenção com o Capibaribe, ganha pão de muitas famílias pernambucanas.
Fontes: O Globo/ Pe 360graus.com
O Rio Capibaribe é um dos mais importantes do Estado. Tem 270 quilômetros de percurso. Atravessa 42 municípios pernambucanos. Em um deles, em Santa Cruz do Capibaribe, a 194 quilômetros do Recife, a água do rio mudou de cor. O vermelho é sangue. Um matadouro público foi a fonte da poluição. Há também restos de animais no local.
O trecho do Rio Capibaribe vai desaguar na barragem de Jacazinho, localizada a cerca de 60 quilômetros de Santa Cruz do Capibaribe, que é uma das mais importantes da região. Abastece municípios como Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Cerca de 500 mil pessoas utilizam a água.
De acordo com os moradores, isso acontece há mais de um ano. O comitê da bacia hidrográfica do Rio Capibaribe quer que a situação seja resolvida. “Tem de cuidar desse matadouro. Os dejetos têm de ser cuidados antes serem jogados no rio. A partir daí vamos receber água limpa saindo do matadouro”, falou Arnaldo da Silva, representante do comitê.
O prefeito de Santa Cruzo do Capibaribe Antônio Figueroa reconhece o problema. “Estamos tomando as devidas providências para transformar o matadouro daquele espaço. Vamos criar um novo matadouro com todas as condições tanto de abate quanto de tratamento dos resíduos”, disse.
A Companhia Pernambucana de Saneamento e Abastecimento informou que, apesar da poluição causada pelo sangue, a qualidade da água está garantida e não ameaça a saúde da população.
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