Fonte: Blog da Folha
A sessão extraordinária da Câmara dos Deputados desta quinta-feira (o8) foi marcada para discutir acordos internacionais, entre eles, um entre o Brasil e o Panamá e outro que firmava uma parceria na co-produção cinematográfica com a Itália. O que ocupou grande parte das discussões, no entanto, foi um tema regional: o esvaziamento da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). A bancada pernambucana usou a tribuna para expressar sua indignação com a possibilidade da transferência do comando da Chesf para a Eletrobrás.O deputado Raul Henry (PMDB) alertou que a Chesf não é "uma mera companhia elétrica", pelo contrário, sempre foi fator de desenvolvimento do Nordeste. "A região Nordeste não pode, mais uma vez, ser refém de uma política que aumenta as desigualdades", reclamou. Depois dele foi a vez do deputado Raul Jungmann (PPS) que atacou o Governo Federal lembrando que foi nesta gestão que a Funai foi extinta, que a Hemobrás "só existe através de uma placa em um terreno abandonado". Jungamnn pediu ajuda a bancada petista e ao deputado Inocêncio de Oliveira (PR) que presidia a sessão para que interviessem em favor da Chesf junto ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, ao presidente Lula e à ministra Dilma Rousseff."Apoio a vossa excelência, pois sei que a Chesf está sendo esvaziada do seu poder decisório. Quando eu era do PFL, votei contra a privatização da Chesf", relembrou Inocêncio se dirigindo a Jungmann. O deputado Maurício Rands (PT) não se ausentou da discussão por ser do partido do governo e pediu a palavra. "Nessa reestruturação do sistema elétrico, espero que a Chesf e a Eletrobrás saiam fortalecidas. O governador Eduardo Campos, justamente para expressar essa preocupação que não é só de Pernambuco, mas do país inteiro, que é ter uma Eletrobrás forte se reunirá na próxima quarta-feira (14) com o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, para discutir esta questão. tenho certeza que esta mobilização regional nos fará alcançar o objetivo que é de fortalecer A Chesf e a Eletrobrás", amenizou Rands.
A sessão extraordinária da Câmara dos Deputados desta quinta-feira (o8) foi marcada para discutir acordos internacionais, entre eles, um entre o Brasil e o Panamá e outro que firmava uma parceria na co-produção cinematográfica com a Itália. O que ocupou grande parte das discussões, no entanto, foi um tema regional: o esvaziamento da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). A bancada pernambucana usou a tribuna para expressar sua indignação com a possibilidade da transferência do comando da Chesf para a Eletrobrás.O deputado Raul Henry (PMDB) alertou que a Chesf não é "uma mera companhia elétrica", pelo contrário, sempre foi fator de desenvolvimento do Nordeste. "A região Nordeste não pode, mais uma vez, ser refém de uma política que aumenta as desigualdades", reclamou. Depois dele foi a vez do deputado Raul Jungmann (PPS) que atacou o Governo Federal lembrando que foi nesta gestão que a Funai foi extinta, que a Hemobrás "só existe através de uma placa em um terreno abandonado". Jungamnn pediu ajuda a bancada petista e ao deputado Inocêncio de Oliveira (PR) que presidia a sessão para que interviessem em favor da Chesf junto ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, ao presidente Lula e à ministra Dilma Rousseff."Apoio a vossa excelência, pois sei que a Chesf está sendo esvaziada do seu poder decisório. Quando eu era do PFL, votei contra a privatização da Chesf", relembrou Inocêncio se dirigindo a Jungmann. O deputado Maurício Rands (PT) não se ausentou da discussão por ser do partido do governo e pediu a palavra. "Nessa reestruturação do sistema elétrico, espero que a Chesf e a Eletrobrás saiam fortalecidas. O governador Eduardo Campos, justamente para expressar essa preocupação que não é só de Pernambuco, mas do país inteiro, que é ter uma Eletrobrás forte se reunirá na próxima quarta-feira (14) com o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, para discutir esta questão. tenho certeza que esta mobilização regional nos fará alcançar o objetivo que é de fortalecer A Chesf e a Eletrobrás", amenizou Rands.
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