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Fonte: Blog de Jamildo
Por Claudia Andrade, do Terra, em Brasília
A pré-candidata petista à sucessão presidencial pelo PT, Dilma Rousseff, dedicou apenas uma pequena parte do final de seu discurso na noite desta quinta-feira, em um evento do PCdoB, às críticas à oposição. A ex-ministra-chefe da Casa Civil disse que "aqueles que são incapazes de fazer um projeto para o Brasil" não devem voltar e destacou o lema do apoio da legenda à sua candidatura: "PCdoB com Dilma para o Brasil avançar".
"Os companheiros e companheiras sabem que é preciso avançar, sabem que não vamos voltar ao passado, sabem que essa é uma missão", disse ela.
A maior parte de sua fala, contudo, foi dedicada ao histórico do PCdoB e à juventude, uma vez que integrantes da União da Juventude Socialista eram maioria na cerimônia desta quinta. Dilma Rousseff se emocionou ao falar sobre integrantes do PCdoB que lutaram na Guerrilha do Araguaia, como Maurício Grabois e João Amazonas, arrancando acalorados aplausos do público presente.
A pré-candidata destacou os 25 anos de legalidade do partido aliado, dizendo que a "luta sincera e obstinada contra a ditadura" é uma luta comum com o PT. "Estamos entre aqueles que só descansaram quando viram a democracia triunfar nesse País. Também nós somos aqueles que querem a democracia que garante os direitos sociais do povo brasileiro. Uma conquista que nós vamos garantir".
Juventude
Ao falar para os jovens, a ex-ministra destacou a importância deles para construir "o futuro do País". "Hoje é dia de fazer o que nós gostamos e sabemos fazer, que é construir o futuro. E o futuro se constrói com a juventude. Não vejo, portanto, melhor ambiente que esse para firmar meu compromisso com a juventude do País", disse.
"Há 50 milhões de jovens entre 15 e 20 anos no país. É mais de um quarto da população. Esses jovens conviveram muito tempo com a desesperança, falta de apoio, de oportunidades, de perspectivas", afirmou Dilma, passando em seguida a falar dos resultados do Programa Universidade para Todos (Prouni), que concede bolsas de estudo a estudantes de baixa renda e da construção de escolas técnicas profissionalizantes.
Crack
A ex-ministra falou também sobre o combate às drogas, chamando uma mobilização nacional contra o crack. "Essa droga que é sinônimo de uma dependência forte que leva ao desgarramento do convívio social e à degradação física. Não devemos, não podemos e não vamos permitir que a nossa juventude seja destruída".
"Quando o verbo é 'mobilizar' sabemos que é algo que o PCdoB sabe conjugar como ninguém no Brasil. É preciso promover uma mobilização nacional de mães, pais, jovens contra as drogas", disse.
1 comentários:
DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA...
"As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado
O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA
No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi o MASSACRE praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato "JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA", paraibano de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.
O CRIME DE LESA HUMANIDADE
O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.
A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS
Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, por isto a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos
A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO
A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.
AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5
A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;
A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA
A SOS DIREITOS HUMANOS, igualmente aos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.
QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA
A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do "GEOPARK ARARIPE" mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?
A COMISSÃO DA VERDADE
A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.
Paz e Solidariedade,
Dr. Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br
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