
Fonte: Blog de Divane Carvalho
Foto: Google Imagem
Nem só de sobressaltos, insônia, ansiedade e dores de cabeça vivem os oposicionistas enquanto aguardam Jarbas Vasconcelos (PMDB) decidir se disputa ou não o governo de Pernambuco.
Também acontecem coisas bem engraçadas. Como a notícia que chegou de Petrolina, na sede do DEM, informando que já estava pronta uma caravana com destino ao Recife para saudar Jarbas Vasconcelos, sexta-feira dia 30, data que ele estabeleceu para dizer se seria ou não candidato.
Foi um rebuliço. Os democratas deram mil e um telefonemas para as lideranças políticas do Sertão do São Francisco pedindo calma e desaconselhando a iniciativa porque se o ex-governador anunciasse que não entraria na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas pegaria mal pra todo mundo .
E haja explicações. Ponderações. Mil e uma frases de efeito para explicar aos entusiasmados da caravana que não fazia sentido expor tanta gente quando ninguém ainda sabia qual seria a decisão do senador peemedebista.
Aí um democrata gaiato não resistiu: "Segura o tchan, minha gente, porque até agora não conseguimos decifrar Jarbas. Melhor esperar mais um pouco", e, com muita dificuldade, convenceu os correligionários a suspender a manifestação precoce de apoio.
Pensando bem, decifrar é o verbo perfeito quando se fala de Jarbas, que está parecendo aquela lenda do enigma da esfinge que diz: decifra-me ou te devoro.
Como agora ele decidiu adiar para o dia 7 de maio o anúncio da sua decisão, democratas, tucanos, peemedebistas e pós-comunistas devem se cuidar para não serem devorados.
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