Imagem: www.politicareal.com.br

Fonte: Blog do Magno
Coluna de hoje na Folha
Em entrevista exclusiva, ontem, a este colunista, o senador Sérgio Guerra (PSDB) acabou com o mistério e garantiu que é candidatíssimo à reeleição, na chapa de Jarbas Vasconcelos (PMDB), cuja postulação ao Governo do Estado ele dá como líquida e certa.
Na condição de presidente nacional da legenda tucana, Guerra deve assumir a coordenação-geral da campanha de Serra e isso estava sendo apontado como um tremendo obstáculo para enfrentar uma eleição majoritária no Estado. “Vou ter que me desdobrar.
Não posso fugir ao desafio de eleger Serra nem tampouco deixarei de renovar o meu mandato”, afirma Guerra. Segundo ele, Serra já está consciente deste duplo papel que terá ao longo da campanha. Com o senador tucano confirmado numa das vagas de sua chapa, Jarbas não tem mais motivos para não se debruçar na eleição estadual.
Em entrevista ao JC domingo passado, ele praticamente confirmou que está no páreo. Com Guerra também confirmado, só resta agora Marco Maciel reafirmar que completa a chapa como o segundo candidato a senador.
Quanto ao vice, segundo o senador tucano, sairá do partido oposicionista o nome que venha a somar mais, tanto do DEM quanto do PSDB e do PPS. Guerra vai para um embate que considera difícil e acha que o conjunto das forças em torno de Jarbas e a presença nacional de Serra ajudam a sua reeleição.
PAU NO TWITTER– Roberto Freire comprou a briga com a petista Dilma. Em seu twitter, afirmou que ela deveria pedir perdão à família dos políticos que combateram à ditadura militar e que por isso mesmo foram levados ao exílio. Freire pegou carona nas declarações da ex-ministra sugerindo que José Serra, que se exilou no Chile, era fujão. Também em seu twitter, Dilma foi forçada a responder a Freire e disse que ele, ao distorcer suas declarações, agia de má-fé.
Ideologia de direita - Por ironia do destino, o pensamento de Dilma, de que todo político revolucionário não se exilou, mas fugiu bate com o pensamento do ex-ministro do Exército, Leônidas Pires. Estão, portanto, afinados e na mesma prateleira ideológica.
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