Do JC Online Com informações de Júlio Neto, da Rádio Jornal
Pela sexta vez médicos decidiram cruzar os braços por falta de acordo com a prefeitura de Olinda, na Região Metropolitana do Recife. A paralisação de 72 horas, que começou nesta segunda-feira (5), vai suspender as atividades nos ambulatórios, PSFs (Programa de Saúde da Família) e na Maternidade Brites de Albuquerque. As consultas marcadas estão canceladas e deverão acontecer depois da mobilização.
Pela sexta vez médicos decidiram cruzar os braços por falta de acordo com a prefeitura de Olinda, na Região Metropolitana do Recife. A paralisação de 72 horas, que começou nesta segunda-feira (5), vai suspender as atividades nos ambulatórios, PSFs (Programa de Saúde da Família) e na Maternidade Brites de Albuquerque. As consultas marcadas estão canceladas e deverão acontecer depois da mobilização.
O objetivo é sensibilizar o poder público municipal quanto à equiparação salarial com os médicos do Recife, à falta de condições de trabalho e de profissionais nas unidades de saúde.
Na Policlínica João de Barros Barreto, no Varadouro, alguns médicos aderiram à mobilização e outros não. O vendedor Pedro Douglas da Silva saiu sem ser atedido na manhã desta segunda-feira (5). Ele tinha consulta marcada desde fevereiro para um exame dermatológico. "Quando eu cheguei aqui eles mandaram eu remarcar a consulta no dia 19 de abril", disse.
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