segunda-feira, 5 de abril de 2010

Guerra: reunião com Jarbas é para “já”


Fonte: Blog da Folha



Da Folha de Pernambuco

Apesar de garantir que respeitará o prazo solicitado pelo senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) - após o anúncio oficial da candidatura à Presidência da República do ex-governador José Serra (PSDB), no dia 10 deste mês -, o senador Sérgio Guerra (PSDB) deseja conversar o quanto antes com o peemedebista sobre as chances do aliado disputar o Palácio do Campo das Princesas. Questionado quando seria o momento ideal para o encontro e, por consequência, a definição da candidatura de Jarbas, o tucano foi seco: “Já!”. “Mas isso vai ocorrer brevemente. Logo após o anúncio de Serra, eles devem conversar. Isso depois do dia 10”, atestou.

Jarbas e Guerra devem se encontrar informalmente esta semana, em Brasília. O peemedebista retoma suas atividades no Congresso Nacional após o cumprimento de missão internacional na Tailândia, onde representou a Casa Alta. Porém, o tucano aparentemente não considera um “esbarrão” nos corredores a maneira ideal para que os dois acertem os ponteiros. “Eu estarei em Brasília amanhã (hoje). Ele também. É possível um encontro. Mas vamos ver”, disse, minimizando a possibilidade


Sobre o rumor de que abriria mão de sua à reeleição no Senado para, supostamente, colaborar com a postulação do aliado Marco Maciel (DEM), e por assumir a coordenação geral da candidautra de José Serra, Guerra desmentiu de pronto. Assegurou que as duas hipóteses são equivocadas. “Eu já sabia que seria coordenador geral antes e isso não seria motivo para não disputar a reeleição. Essa história de que eu ajudaria Maciel não existe. Na verdade, um só ajuda o outro sendo candidato também”, garantiu.

A teoria de que a suposta insatisfação do secretário Fernando Bezerra Coelho (PSB) com o governador Eduardo Campos (PSB) levaria o auxiliar a diminuir seu empenho, no Sertão do Estado, para ajudar a reeleger o correligionário, foi considerada uma “balela” pelo senador Sérgio Guerra. “Ele não vai fazer corpo mole. Se fizesse, Eduardo demitirá ele. Não acredito nisso”, sentenciou.

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