Fonte: Blog da Folha
Os ministros Carlos Ayres Britto, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, seu sucessor, e o ministro Marco Aurélio Mello - os três atuam também no Supremo Tribunal Federal (STF) - afirmaram ao jornal Folha de S.Paulo que o voto de presos provisórios e adolescentes que cumprem medidas socioeducativas pode ser inviável. Entre os problemas apontados por eles, está a influência de facções criminosas nas prisões. O direito foi previsto em resolução aprovada no mês passado.
De acordo com o jornal, o ministro Marco Aurélio Mello é o mais crítico e diz que a logística, além das facções criminosas, pode ser um grande empecilho. "Apesar de (os provisórios) terem o direito, gostaria de conhecer como vão lograr colher esses votos. Fisicamente é difícil. Terá de ser feito um levantamento para saber quem são os eleitores e de quais seções eleitorais", afirma o ministro. Contudo, segundo a reportagem, os ministros afirmam que o voto é um direito desses presos e deverá ser cumprido.
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